Discovery

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Conecte os pontos. Navegue por temas, indústrias e comportamentos que estão moldando o futuro.

Exibindo: Esporte

New Balance: Correr é a Experiência Completa
Drop
02 de jun.

A New Balance mostra que estar presente na corrida já não é suficiente, é preciso estar no que acontece ao redor dela. As “Run Houses” transformam o evento em experiência contínua: antes, durante e depois. Não é só sobre correr, é sobre encontrar, recuperar, compartilhar. Quando a marca ocupa o momento inteiro, ela deixa de ser apoio e vira parte da vivência.

Barilla une Massa e Pneu em Patrocínio Inovador
Drop
27 de mai.

A Barilla mostra que colaboração forte precisa ganhar forma. Ao transformar a parceria com a Formula 1 em uma massa inspirada nos pneus, a marca leva o patrocínio para o cotidiano. O que era associação vira experiência. Quando o produto carrega a ideia, ele já nasce pronto para circular. Não precisa explicar, basta ver para entender.

Esporte e Beleza: Uma Nova Linguagem de Marca
Drop
01 de mai.

A colaboração entre Isamaya French e Nike mostra como esporte e beleza estão deixando de ser territórios separados para construir uma linguagem única. Com a cápsula “Run Forever”, a performance encontra estética, identidade e expressão. O tênis cromado e o acessório de recuperação não são só produtos, são símbolos de um novo olhar sobre o movimento. Quando diferentes universos se cruzam, o resultado não é soma — é transformação.

Stella Artois: Posicionamento fora do campo na Copa
Drop
21 de abr.

A Stella Artois não entra na Copa do Mundo como protagonista — escolhe o entorno. Em vez de disputar atenção com o jogo, a marca ocupa o ritual: o encontro, o brinde, a conversa antes e depois da partida. É ali que ela faz sentido. Quando o território já está cheio de vozes, saber onde não estar vira estratégia. A marca não precisa competir, só acompanhar o momento certo.

Amazon Echo Dot: tecnologia afetiva
Drop
21 de abr.

A Amazon mostra que tecnologia ganha espaço quando deixa de parecer tecnologia. Ao lançar uma edição do Echo Dot inspirada na NBA, a marca aproxima o produto de um território que já faz parte da rotina emocional das pessoas. Não é só um dispositivo, é um símbolo de pertencimento. Quando a tecnologia se mistura com a cultura, ela deixa de ser funcional e passa a ser afetiva. E, assim, a adoção acontece de forma natural.

Lacoste: Varejo imersivo além do produto
Drop
10 de abr.

A Lacoste transforma vitrines em experiência ao recriar um “locker room” dentro da Galeries Lafayette. Em vez de exibir produtos, a marca constrói um ambiente que captura o momento mais humano do esporte — aquele entre a vitória e a derrota. Com vapor nos vidros, toalhas e estética crua, o espaço convida à imersão. Não é só sobre performance. É sobre o que acontece longe do jogo.

LEGO: Futebol como Linguagem Cultural
Drop
06 de abr.

A LEGO transforma o futebol em linguagem própria ao reunir nomes como Messi, Cristiano Ronaldo, Mbappé e Vini Jr. em versões construídas com seus blocos. Mais do que usar celebridades, a marca traduz um dos maiores territórios culturais do mundo para dentro do seu próprio universo criativo. O resultado é uma ponte entre gerações — onde o espetáculo global encontra o imaginário de quem cresceu construindo histórias.

Adidas: Experiência Redefine Brand Equity em SP
Drop
26 de mar.

A Adidas abriu um café em São Paulo pensado para corredores — mas o movimento vai muito além do consumo. O espaço se insere em um momento real da rotina: antes ou depois da corrida, quando o esporte vira troca, conversa e comunidade. Em vez de levar o consumidor até a marca, a Adidas entra no fluxo da vida dele. O valor deixa de estar só no produto e passa a estar no contexto. No fim, não é sobre café — é sobre pertencimento.

New Balance: Curadoria de Contexto Redefine Valor
Drop
26 de mar.

Durante a Maratona de Roma 2026, a New Balance criou a “Run House” dentro de um espaço histórico ligado ao século XV um contraste inesperado entre tradição e performance. Mais do que um pop-up, a ativação funcionou como um hub completo com teste de produtos, recuperação, encontros e celebração. Ao ocupar um lugar carregado de significado, a marca transforma o ambiente em narrativa mostrando que, hoje, contexto também constrói valor.

Naming Rights: BYD x São Paulo FC
Drop
19 de mar.

O São Paulo Futebol Clube iniciou negociações com a BYD para assumir os naming rights do Morumbi, em um acordo que pode chegar a R$ 175 milhões por cinco anos. Mais do que uma troca de nome, o movimento reforça como naming rights se tornaram um ativo estratégico de receita e posicionamento. Para a BYD, a associação com um dos estádios mais icônicos do país representa presença constante em um território de alta emoção e visibilidade, onde esporte, cultura e entretenimento se encontram.

Salomon: Coerência de Marca em Alta Velocidade
Drop
19 de mar.

A Salomon saiu de marca técnica de montanha para fenômeno de lifestyle em menos de uma década e o problema que veio com o sucesso foi a fragmentação. Com 35% de crescimento em 2025 e mais de US$2bi em receita, a marca contratou Nick Parkinson (ex-Nike, ex-Jordan Brand) para fazer o que poucas marcas em expansão conseguem: manter coerência sem perder velocidade. O laboratório escolhido foi as Olimpíadas de Inverno Milano Cortina 2026 uniforme de voluntários, ativações físicas e campanha global simultânea, tudo sob um único fio condutor: "Shaping New Futures." Parkinson chamou o modelo de "hub-and-spoke": uma narrativa central, múltiplas expressões locais. O resultado mostra que crescimento sem arquitetura de marca não é oportunidade, é risco. E os Jogos foram o teste mais caro e mais público possível.

PUMA & McLaren: Imersão F1 Define Engajamento
Drop
13 de mar.

Durante a semana do Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne, PUMA e McLaren criaram uma ativação imersiva para aproximar fãs do universo da Fórmula 1. O espaço reuniu simuladores de corrida, experiências interativas, áreas para criação de conteúdo e uma loja com merchandising exclusivo da parceria. Mais do que um ponto de venda, a iniciativa transformou o evento esportivo em um ambiente onde fãs podem jogar, experimentar e compartilhar a experiência, reforçando como esporte e lifestyle se encontram no território das marcas.

Adidas x Tyrrell Winston: Arte, Esporte e Cultura
Drop
13 de mar.

A Adidas anunciou uma colaboração de múltiplas temporadas com o artista americano Tyrrell Winston, conhecido por transformar redes de basquete usadas nas ruas em obras de arte. A parceria une arte contemporânea, esporte e street culture em uma série de roupas, acessórios e calçados que reinterpretam códigos clássicos da marca. Mais do que um drop pontual, o projeto foi pensado para evoluir ao longo de várias temporadas, mostrando como o encontro entre arte e esporte se torna um território cada vez mais relevante para as marcas.

Sephora e F1 Academy: Beleza em Ecossistema
Drop
13 de mar.

A Sephora anunciou parceria com a F1 Academy, conectando beleza com esporte em um território de alta atenção e forte apelo feminino emergente. A jogada desloca a marca de “varejo de produto” para “ecossistema de estilo de vida”, onde comunidade e identificação importam tanto quanto sortimento. Isso importa porque o consumo de beleza está cada vez mais influenciado por pertencimento cultural e não apenas por performance técnica. Em branding, a parceria amplia alcance com contexto e propósito claros. Leitura estratégica: collab eficiente é a que entrega contexto de marca, não só exposição de logo.

Adidas Transforma Ritual Pré-Maratona em Experiência Cultural
Drop
01 de mar.

Durante a semana da maratona em Dubai, a adidas deslocou o foco da linha de chegada para a noite anterior, transformando o tradicional carbo‑loading em experiência cultural com a “Adizero Pasta”. O ravioli edição limitada, inspirado no tênis Adizero EVO SL, foi criado em parceria com o pastifício local Sagra e distribuído no Adizero House of Fast e via Careem pela cidade. A ação conecta performance, gastronomia e comunidade, ocupando o ritual pré‑prova com narrativa própria.

IKEA e Decathlon: O Varejo como Plataforma
Drop
24 de fev.

A IKEA testa no Reino Unido um novo modelo ao abrir espaço para a Decathlon dentro de sua loja — a primeira vez que abriga uma marca global em seu espaço físico. Mais do que compartilhar metragem, a iniciativa sinaliza uma mudança estratégica: a IKEA deixa de operar apenas como varejista monomarca e passa a se posicionar como destino de soluções. Ao integrar uma marca complementar, amplia território, relevância e conveniência. No cenário atual, competir não é só vender produto — é concentrar utilidade e autoridade em um único lugar.

A Economia do Bem-Estar: Como o Mercado de US$ 6,8 Trilhões Redefine o Consumo Global
Artigo
24 de jan.

O bem-estar deixou de ser uma tendência superficial para se tornar o pilar central da economia global. Impulsionado por uma mudança cultural onde saúde mental e equilíbrio são prioridades, o mercado de wellness movimentou US$ 6,8 trilhões em 2025 e é esperado que ultrapasse US$ 9 trilhões até 2029. Essa expansão exige que marcas, de tecnologia a imobiliárias, repensem propósito e funcionalidade, adaptando-se a um consumidor que busca ecossistemas de cuidado e não apenas produtos isolados.