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O que chamou nossa atenção, a gente compartilha. Um giro rápido com potencial de virar ideia, reflexão ou ação.

O que o grupo Zara faz (ou deixa de fazer) na Black Friday
Na Black Friday, o grupo Zara adota uma estratégia discreta, com descontos limitados e sem campanhas agressivas. A escolha revela um posicionamento de marca baseado em escassez, previsibilidade e controle de desejo, em vez de volume promocional.

Calendários de Advento 2025: os mais desejados do mundo
O que antes era só chocolate, virou hype, branding e produto com valor de vitrine. O calendário do advento se tornou uma das ferramentas mais inteligentes de venda com desejo: ativa comunidades e vira mídia orgânica.

Como começar a sua estratégia de Calendário do Advento
Talvez o calendário do advento seja a chance de construir algo que o público realmente queira acompanhar. Mais do que uma ação sazonal, ele se tornou uma estratégia de branding, experiência e vendas, capaz de gerar engajamento diário, prova social e valor percebido ao longo do tempo.
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FRAKTA: como uma sacola de R$5 virou um dos maiores cases de branding da IKEA
A sacola azul da IKEA é um produto simples, acessível e onipresente nas lojas da rede. Mas ao longo dos anos, a FRAKTA deixou de ser apenas uma sacola reutilizável para carregar compras. Ela virou objeto de desejo, matéria-prima para criações DIY, inspiração para grifes de luxo e até peça de museu.

Os tênis do LIDL: Quando o supermercado virou marca desejada
Um tênis de supermercado virou item de colecionador e foi revendido por mais de €700. O case do LIDL mostra como produto simples, humor, cultura pop e timing podem transformar uma marca popular em objeto de desejo — sem perder sua essência.
Como Veja e Sol de Janeiro transformaram a brasilidade em estratégia global de marca
Veja, nascida na França, e Sol de Janeiro, criada nos Estados Unidos, têm em comum algo que parece paradoxal: ambas são marcas gringas que “parecem brasileiras demais para não serem”.
Tendências nas redes sociais: quando entrar e quando ignorar
Participar de trends pode render visibilidade, conexão e viralização — mas também pode desgastar sua marca se feito de forma forçada. Como saber a hora certa de entrar (ou não)? Este artigo traz critérios claros, exemplos e uma abordagem estratégica para navegar esse dilema do marketing atual.



